Um painel para acompanhar os grandes agregados da economia brasileira e cruzá-los com as decisões de política que os movem. Os números vêm de fontes oficiais e são atualizados mensalmente; cada quadro mostra o mês de referência e a origem.
Estuda a economia como um todo, analisando a determinação e o comportamento de grandes agregados: renda e produto nacionais, nível geral de preços, emprego e desemprego, estoque de moeda e taxas de juros, balanço de pagamentos e taxa de câmbio.
Vasconcellos, M. A. S.; Garcia, M. E. Fundamentos de Economia. 7. ed. São Paulo: Saraiva. p. 120 a 121.
Produto Interno Bruto do Brasil de 2015 a 2025 e a participação de cada estado no total nacional. Alterne entre valor absoluto e crescimento; no crescimento, cada ano tem cor própria. Escolha um estado para ver sua fatia.
Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o indicador oficial de inflação do Brasil, acumulado em doze meses. A linha tracejada marca o centro da meta do Conselho Monetário Nacional.
Comportamento do dólar e do euro frente ao real em dez anos, em médias mensais. Abaixo do gráfico, os episódios de maior alta e de alívio e os fatores geralmente apontados para cada um.
| Período | Fatores geralmente apontados |
|---|---|
| 2015–16 | Recessão profunda, crise fiscal e política e perda do grau de investimento. |
| 2018 | Incerteza eleitoral, greve dos caminhoneiros e aperto monetário nos Estados Unidos pressionando emergentes. |
| 2020 | Choque da pandemia e Selic levada à mínima histórica, reduzindo o diferencial de juros. |
| 2024–25 | Dúvidas sobre a trajetória fiscal e ruído político, mesmo com juros altos. |
| Período | Fatores geralmente apontados |
|---|---|
| 2016–17 | Expectativa de ajuste fiscal, entrada de capital e recuo do risco após o pico anterior. |
| 2019 | Aprovação da reforma da Previdência e cenário externo mais calmo. |
| 2022–23 | Juros domésticos elevados, preços de commodities e diferencial de juros favorável ao real. |
Leitura interpretativa dos fatores mais citados na literatura de conjuntura, não uma atribuição de causa única. As datas de pico e piso ao lado saem dos próprios dados.
Exportações, importações e saldo de bens e serviços, com o Brasil como pilar e outras economias para comparar. Escolha a métrica e os países. A quebra por produto e por setor exige o Comex Stat e o UN Comtrade, indicada abaixo.
Taxa de desocupação da força de trabalho. A série longa comparável entre países vem do Banco Mundial, com base na Organização Internacional do Trabalho; a taxa oficial trimestral do Brasil está na PNAD Contínua do IBGE.
Peso da indústria de transformação no PIB ao longo do tempo, o principal termômetro do debate sobre desindustrialização. Abaixo, o levantamento de empresas por setor e o caminho de dados que ele exige.
Dívida do setor público e o resultado das contas do governo, do Banco Central, em proporção do PIB. No resultado fiscal, abaixo de zero é déficit; acima, superávit.
Coloque o Brasil lado a lado com outras economias no mesmo indicador e período. Escolha o indicador e até dez países.
Dívida pública bruta e resultado fiscal, em proporção do PIB, para os países da análise, incluindo Estados Unidos, Alemanha, França e Rússia. Fonte comum e comparável (FMI), o que permite pôr o Brasil lado a lado com as grandes economias. No resultado fiscal, abaixo de zero é déficit.